Mais um Natal, mas o primeiro que passamos a três em vez de quatro. É claro que o passamos como sempre, em casa dos meus pais. Os bombons não o quereriam de outra forma. Foram desde sempre habituados a isso, ao ponto de chegarem a dizer que não podiam passar o Natal em casa porque o Pai Natal não iria saber onde eles estavam.
Este ano, para além da ausência do pai, têm tido uma mãe a meio gás. Com uma gripe do caraças. Arrastei-me para fora da cama para fazer os doces que me competiam e o resto ficou entregue à avó e à tia, que com mestria fizeram o bacalhau da consoada e a roupa velha e o perú para hoje.
De manhã abriram-se os presentes. Entre a algazarra de sempre, com papel de embrulho a esvoaçar, foram aparecendo presentes desejados e outros inesperados.
Os bombons andam agora atarefados a experimentar os Walkie talkies e a ver o filmes
que receberam. Eu continuo de cama, a ler um livro meio chato, a dormitar a cada 5 minutos e a pensar que tenho tudo para ser muito feliz. Mesmo com uma gripe do caraças! Feliz Natal!
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